"A primeira aeronave conhecida no mundo a efectuar um voo foi baptizada de Passarola, e antecede 74 anos o famoso balão dos Montgolfier. A Passarola era um aeróstato, cujas características técnicas não são actualmente conhecidas na totalidade, inventado por Bartolomeu de Gusmão, padre e cientista português nascido no Brasil colónia, tendo voado no ano de 1709."

(in WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre)



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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Pista principal do Aeroporto 4 de Fevereiro em Luanda (Angola) funciona em pleno

A pista principal do Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, em Luanda, foi reaberta ao tráfego de aviões de grande porte na quarta-feira, dia 5 de Outubro, depois de 14 dias de obras de manutenção.
Diógenes da Silva, administrador da ENANA, empresa nacional dos Aeroportos de Angola, explicou em entrevista à Televisão Pública de Angola, que a paralisação deveu-se ao facto de se ter notado diversas anomalias no piso da pista, o que levou a uma intervenção em cerca de 700 metros da chamada pista "2 e 3" usada por aviões de grande porte.
Durante os 14 dias de interrupção, a situação motivou vários constrangimentos nomeadamente na operação de aviões de longo curso, afectando o tráfego de passageiros e de carga.
A situação está normalizada no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, que serve a capital angolana, tendo sido recuperados todos os atrasos registados no período das obras, disseram fontes aeroportuárias.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Arik Air anuncia voos regulares entre Lagos e Luanda a partir de 4 de Outubro

A companhia aérea nigeriana Arik Air anunciou que vai operar a partir de 4 de Outubro dois voos regulares semanais entre o Aeroporto de Lagos, que serve a antiga capital política do país, e o Aeroporto de Luanda, capital de Angola.
Os voos serão realizados com aviões Boeing 737-800, com capacidade para 148 passageiros em duas classes, e sairão de Lagos às quartas-feiras às sete horas da manhã e aos sábados às duas horas da madrugada. As partidas de Luanda estão programadas para as 11h50 das quartas-feiras e para as sete horas dos sábados.
Nos últimos três meses deste ano três outras companhias aéreas anunciaram voos para Luanda: primeiro foi a espanhola Ibéria que chegou a ter o primeiro voo programado para o corrente mês de Setembro, mas que depois adiou para o dia 25 de Outubro e que ligará Madrid a Luanda; depois foi a holandesa KLM que irá voar a partir de 14 de Novembro e, finalmente, a Royal Air Maroc (RAM) que a partir do dia 1 de Dezembro deste ano irá realizar voos regulares de Casablanca para a capital angolana com uma escala em Libreville, capital do Gabão.
A Arik Air tem uma frota de 26 aviões operacionais, tendo em encomenda mais 27 aparelhos, dos quais sete Boeing 787-9. Segundo o site francês “Air Journal” a companhia nigeriana prepara-se para apresentar um vasto programa de expansão e crescimento, nomeadamente para aeroportos europeus na próxima edição da “Word Routes”, que se realiza em Berlim na próxima semana.
Na actual frota da Arik Air estão dois aviões Airbus A340 de registo português (CS-TFW – cn 910 e CS-TFX – cn 912) pertencentes à companhia HiFly, mas ambos pintados com as cores da companhia nigeriana. Estão sob um contrato ACMI.

sábado, 24 de setembro de 2011

Melhores perspectivas de movimento para o Aeroporto Internacional de Macau

A previsão é da consultora CAPA, que analisa a situação da infra-estrutura local no contexto da Ásia Pacífico. O antigo território português, que desde Dezembro de 1999 é uma Região Administrativa Especial (ERA) da China, estará a despertar o interesse das operadoras de baixo custo.
Há perspectivas melhoradas para o desempenho do Aeroporto Internacional de Macau durante o corrente ano, antecipa a consultora Centro de Aviação para a Ásia Pacífico (CAPA, na sigla inglesa) no seu último relatório, dando conta de um interesse renovado das transportadoras de baixo custo em terem operações na RAEM.
O documento, citado ontem pela Rádio Macau, dá o exemplo do grupo australiano Jetstar, subsidiário da Qantas, que estará interessado em ter no território uma plataforma de operações. A Jetstar Asia, tal como a Tiger Airways, realiza já ligações para Macau a partir de Singapura. A mesma rota é ainda operada pela companhia de bandeira local, a Air Macau.
O relatório da CAPA lembra que o movimento da infra-estrutura aeroportuária de Macau – cuja gestão possui desde este mês novos administradores, com a venda de parte dos capitais da ADA pela portuguesa ANA – tem vindo a decair desde 2007, atravessando “um período de impasse político, estratégico e operacional”.
Desde então, lembra a consultora, o aeroporto assistiu ao colapso de uma das suas duas transportadoras, a Viva Macau, que decretou falência em Abril de 2010 e perdeu o certificado de operações aéreas na sequência do incumprimento de compromissos comerciais, segundo justificou então a Autoridade de Aviação Civil local. A estrutura assistiu também “a uma considerável contracção no número de passageiros e volume de carga transportada”.
“No entanto, o interesse em Macau está a ser retomado, com a emergência de novas operadoras low cost na região norte da Ásia, nomeadamente no Japão e na Coreia do Sul”, destaca a CAPA, assinalando que o tráfego aéreo entre Continente e RAEM tem sido um motor para o aumento do movimento na infra-estrutura. “O grupo Jetstar identificou inclusivamente Macau como uma opção de potencial plataforma de operações”, revela o documento.
Com base nestes dados, a consultora prevê uma melhoria nas operações do aeroporto local. “No geral, espera-se que 2011 seja um ano de estabilização para Macau, à medida que a região começa a recuperar terreno perdido nos últimos anos”, antecipa. No entanto, as previsões são ainda de um crescimento “moderado” no futuro próximo.
Entre os aspectos destacados no relatório está um crescimento do movimento do aeroporto em Agosto, já pelo terceiro mês consecutivo, e após dez meses em queda de tráfego e o constante aumento do número de visitantes do território, que nos primeiros sete meses de Macau totalizaram 15,7 milhões.
Este ano o Aeroporto Internacional de Macau prevê movimentar 4,2 milhões de passageiros.

(Texto publicado no jornal ‘Ponto Final’ de Macau)

domingo, 4 de setembro de 2011

Terceira e última fase das obras no Aeroporto Internacional de Maputo terá início em breve

A terceira fase de ampliação e modernização do Aeroporto Internacional de Maputo vai ter início em breve e consistirá na recuperação dos pavimentos das áreas operacionais, afirmou o director de Projectos Especiais da Aeroportos de Moçambique (AdM).
Citado pelo jornal moçambicano “O País”, António Loureiro disse que as obras naquele aeroporto têm essencialmente três fases, a primeira das quais, concluída em Novembro último, consistiu na construção do terminal internacional de passageiros.
“A segunda fase, em curso, consiste na reconstrução do terminal doméstico de passageiros e a terceira, a iniciar-se em breve, consistirá na recuperação dos pavimentos das áreas operacionais”, disse ainda António Loureiro.
O director de Projectos Especiais da AdM adiantou que a segunda fase, quando concluída, permitirá que o terminal doméstico apresente melhores condições, tanto de conforto como de segurança, dispondo além disso de mais espaço, particularmente nas salas de embarque e desembarque.
António Loureiro adiantou que estas obras poderão ainda servir para atrair mais companhias aéreas e, por conseguinte, mais visitantes.
A Aeroportos de Moçambique está presente na Feira Internacional de Maputo, que decorre até hoje, domingo, em Ricatla, distrito de Marracuene, nos arredores de Maputo, para a promoção das suas actividades, em particular dos grandes projectos em curso no país.

(Fonte: Macauhub)

sábado, 3 de setembro de 2011

Guarulhos/S. Paulo será o primeiro aeroporto do Brasil a receber voos com o Airbus A380

A companhia aérea Emirates, dos Emirados Árabes Unidos, poderá ser a primeira transportadora aérea mundial a fazer um voo comercial para o Brasil com o Airbus A380, o avião de maior capacidade para passageiros.
A Infraero está a analisar um pedido de operação da companhia árabe com o Superjumbo, que deverá utilizar o Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, em voos directos do Dubai. A Infraero já respondeu e sugeriu que a escala deverá verificar-se num horário fora do pico de movimento do aeroporto. A Emirates tinha proposto a chegada pelas 18h30 e a partida cerca de uma hora depois, mas devido à dimensão do aparelho a direcção do Aeroporto de Guarulhos considerou algumas limitações quanto ao despacho da aeronave, pelo menos nos primeiros tempos, pois o pessoal de placa não tem qualquer experiência com aquele modelo de avião, de dois pisos e com capacidade para transportar até cerca de 800 passageiros, se bem que a versão da Emirates seja de 517 passageiros. A Infraero, segundo a imprensa brasileira, terá proposto o horário de chegada para cerca das 16 horas e partida cerca de duas horas depois. Se houver acordo o A380 poderá começar a voar na rota no próximo mês de Dezembro.
Guarulhos, um dos três aeroportos que serve a cidade de São Paulo, centro económico do Brasil, possui duas pistas, uma com 3.700 metros de extensão e outra com 3.000 metros. Juntas, recebem, em média, 650 movimentos de aeronaves comerciais por dia.
A Emirates tem actualmente 15 Airbus A380 na sua frota, os primeiros de uma encomenda de 75 que receberá nos próximos cinco anos. Nos voos tri-semanais para São Paulo a companhia utiliza actualmente aviões Boeing 777-300, com capacidade para 354 passageiros e que regista uma taxa de ocupação de 90%, segundo anunciou a Emirates no Brasil.
A companhia de carga do grupo, a Emirates SkyCargo, voa três vezes por semana entre o Dubai e São Paulo com aviões Boeing 777F, com capacidade para transportar até 103 toneladas de carga.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Dona do Aeroporto de Macau detém capital da empresa concessionária da infra-estrutura

A Companhia do Aeroporto de Macau anunciou anteontem (dia 31 de Agosto) ter formalizado a compra das acções da ADA, que gere a estrutura. A operação, defende, vai permitir “reformas estáveis e graduais”.
A Companhia do Aeroporto de Macau (CAM) é agora a única dona da empresa Administração de Aeroportos (ADA), cujas acções pertenciam à portuguesa ANA – Aeroportos de Portugal e a China National Aviation Corporation (CNAC). A ADA passa agora a ser uma companhia subsidiária inteiramente detida pela CAM.
O acordo de venda terá sido fechado pelo valor de 45 milhões de patacas (cerca de 4,5 milhões de euros). A ANA, que detinha 49 por cento da empresa, deverá dividir com o parceiro chinês algum capital que tinha em caixa num valor da ordem dos dez milhões de patacas (um milhão de euros), segundo anunciou recentemente a agência Lusa.
De acordo com a nota enviada à imprensa, com o negócio “a CAM terá uma capacidade aperfeiçoada de consolidar o planeamento, o desenvolvimento, o marketing, a gestão de segurança e a gestão financeira” do aeroporto. Através da ADA e também por via de outras parcerias existentes, a companhia considera que irá conseguir “o controlo adequado” do aeroporto, e “a provisão continuada de serviços críticos de segurança e de inovação tecnológica estratégica”. Estas iniciativas, permitirão à Companhia do Aeroporto de Macau conseguir “a optimização dos fluxos de trabalho, melhoria da eficiência e da qualidade de serviços”, visando o reforço da infra-estrutura enquanto marca. Apesar das dificuldades negociais, a CAM expressa “gratidão sincera” aos antigos accionistas da ADA – a CNAC e a ANA – Aeroportos de Portugal S.A..
A ADA, recorde-se, gere o Aeroporto Internacional de Macau desde o início de operações da infra-estrutura, em Novembro de 1995, tendo como competências a gestão do aeródromo e dos edifícios do aeroporto, os serviços de tráfego aéreo e manutenção dos equipamentos, sistemas e instalações para a navegação aérea, a monitorização da segurança da infra-estrutura e a gestão comercial e financeira de todos os contratos, estabelecimento de taxas e publicação de informações relativas às operações aeroportuárias.

(texto feito com base em informações publicadas no jornal “Ponto Final”, de Macau)

Air Nigeria liga Lagos, Douala e Libreville a São Tomé e Príncipe em Boeing 737

A Air Nigeria iniciou no passado mês de Agosto voos para o Aeroporto de São Tomé, na República Democrática de São Tomé e Príncipe. A nova ligação integra o programa de expansão da companhia aérea nigeriana, que acaba de receber o seu primeiro Boeing 737-400, que será utilizado na nova linha Lagos-São Tomé, com escala em Douala (Camarões) e Libreville (Gabão).
A frota da companhia integra agora 11 aviões, dos quais três Boeing 737, dois versão 300 e o agora introduzido na frota, da versão 400, com 12 lugares em Classe Executiva e 133 em Classe Económica.
A nova rota eleva para 10 o número de destinos servidos pela Air Nigeria no continente africano, fora do país. A companhia, que no ano passado foi eleita a melhor da Nigéria, está em processo de expansão. Baseada no Aeroporto de Murtala Mohammed, em Lagos, está também a construir instalações próprias para acolhimento de passageiros e serviços. Neste “hub” centralizará as suas futuras ligações para o leste e o centro da África.
A Air Nigéria assinou recentemente um acordo de “code share” com a norte-americana Delta Air Lines, tendo ainda planos de expansão internacional, nomeadamente para países europeus e asiáticos, rotas que serão abertas de acordo com o crescimento do número de passageiros e da sua frota.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Aeroporto do Huambo (Angola) voltou a receber aviões comerciais da TAAG

O Aeroporto Albano Machado, na província do Huambo (Angola) recebeu ontem o primeiro voo da TAAG, depois das obras de remodelação e modernização a que foi sujeito nos últimos quatro meses.
Uma nota da companhia aérea angolana refere que as escalas acontecerão às segundas e quartas-feiras e ao sábado, na rota Luanda/Huambo/Luanda, enquanto às quintas-feiras o trajecto será Luanda /Huambo/Menongue/Luanda. Nas sextas-feiras e nos domingos, a TAAG fará o percurso Luanda/Huambo/Ondjiva/Luanda e Luanda/Ondjiva/Huambo/Luanda.
O aeroporto que serve o Huambo encerrou em Maio último para obras de reestruturação, que centraram-se, segundo a ENANA, empresa gestora dos aeroportos angolanos, na reparação dos 4.500 metros da pista principal, algumas zonas de serviço e colocação de novos meios que garantem maior rapidez na comunicação entre a torre de controlo e os aviões.
O Presidente da República, José Eduardo dos Santos, presidiu na última terça-feira à inauguração das obras que dotaram aquela infra-estrutura aeroportuária de mais segurança para as companhias que lá operam e mais conforto para os passageiros que a utilizam.
As obras de reabilitação do aeroporto principal do Huambo custaram mais de 60 milhões de dólares, sendo 20 para a reabilitação e apetrechamento do terminal e mais de 40 para as áreas de movimentação, pistas, placa, entre outras, segundo referiu a agência noticiosa angolana Angop.